Em 12 de setembro de 1998, o Voo 713 da Atlantic Airways decolou de Joanesburgo, na África do Sul, com destino a Londres. A bordo, estavam 212 passageiros e 10 tripulantes. O voo era considerado de rotina, sem sinais de problemas técnicos ou más condições meteorológicas. No entanto, três horas após a decolagem, o avião desapareceu dos radares sobre o Oceano Atlântico.

Os controladores de tráfego aéreo tentaram contato, mas o silêncio foi absoluto. Equipes de busca vasculharam a área, sem encontrar destroços ou vestígios. A única pista veio 24 anos depois, quando um rádio amador captou uma transmissão fantasmagórica:

"Aqui é o Capitão Evans do Voo 713... Estamos voando... O céu está escuro... As estrelas desapareceram..."

O mais perturbador? A voz de Evans era nítida, sem sinais de envelhecimento. E quando especialistas analisaram a frequência, perceberam algo ainda mais assustador: a transmissão parecia vir de um local a mais de 10 km acima do solo... Como se o avião ainda estivesse voando.

Até hoje, o destino do Voo 713 permanece um dos maiores mistérios da aviação. Alguns dizem que ele entrou em um buraco no tempo. Outros acreditam que ele jamais deixou os céus, preso em uma eternidade de voo sem fim.